Bang Bang Escrevi | Livros, Filmes e Séries

Resenha | Capão Pecado, Ferréz

27 de ago de 2015
E aí Fellas!

Hoje trago para vocês essa obra surpreendente, talvez mais pra mim ou nós aqui da periferia, que é Capão Pecado, do Ferréz. 

Capão Pecado, conta a história de Rael, da sua infância até sua vida adulta. Rael é um menino comum, que vive na periferia da zona Sul de São Paulo, mais especificamente no Capão Redondo. Como todos sabem se acompanharam os jornais há alguns anos atrás, o Capão sempre foi uma reverência a violência no estado de São Paulo, atualmente trabalho no bairro e convivo com as histórias e aqui o livro começa a ser impressionante. O livro pareceu para mim, intimamente invasivo, cita diversos lugares que conheço, que já passei e alguns que até frequento.

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Rael é o diferente da Favela, ele entende a sua situação, e quer melhorar. Carrega consigo seus sonhos e os exemplos da sua mãe, que é a sua inspiração e a vertente mais emocionante do livro, porque ele também é consciente dos sacrifícios dela. A mãe do Rael é idêntica a milhares de mães que fazem de tudo para dar ao filho condições de escapar da dura realidade. O livro lembra muito os conselhos que recebia na minha própria casa, principalmente, o "Só se perde quem quer" e o "Respeito deve sempre prevalecer, dizer um bom dia ou boa noite nunca matou ninguém", isso é minha mãe sobre cumprimentar a malandragem.

É difícil escrever sobre o livro, porque ele é parte da minha realidade, então existe um confronto sobre o que é a história e sobre coisas que eu sei ou aprendi nesses quase 20 anos que moro na Zona Sul. Mas enfim, Rael vai crescendo e se apaixona por Paula, namorada de um amigo seu, e aí a treta tá feita. Não vou entrar em detalhes aqui, pra não estragar a surpresa. Paralelo a história de Rael, Ferréz insere o cotidiano da bandidagem representada pelos "caras mais velhos" e pela figura de Burgos, assassino cruel e sangue no zóio da favela! Burgos é o protagonista de uma série de atrocidades que acontecem durante a leitura e que costumam ser cada vez mais chocantes.Outra viés importante do livro é o constante embate com o sistema e com os mais ricos. Mostrando que a favela carrega um rancor das classes altas.

Na minha edição tem algumas notas entre uma parte e outra da história, na primeira, que foi feita pelo próprio autor, notei uma indignação por terem rotulado o livro como "ficção da realidade", discordo totalmente disso. Pra nós, que moramos aqui, não é preciso muita imaginação para criar atrocidades. O cotidiano se encarrega disso.
Ficha Técnica 
Título: Capão Pecado
Autor: Ferrez
Acabamento: Brochura
Editora: Planeta
Ano: 2005
Edição: 2013
I.S.B.N. 9788542201406
Nº de Páginas: 152

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Resenha | Ratos, Gordon Reece

19 de ago de 2015
E aí, Fellas? Mais uma resenha pra vocês! Sabe aquele livro que você compra porque gostou da sinopse, então, Ratos é esse livro.

Quando comprei esse livro, não fazia a menor ideia do que se tratava a história, mas gostei do tema, fala de pessoas que são oprimidas, uma clássica temática relacionada ao Bullying, nossa protagonista, a jovem, Shelley foi vítima de um trauma na escola, o que leva a família a buscar uma espécie de refúgio no campo.

A família de Shelley, passou por um divórcio tortuoso, onde o seu pai traiu a sua mãe com a secretária e blá-blá-blá, clichê. A mãe é advogada e extremamente esforçada, faz de tudo pela menina, o que a torna em uma heroína. É interessante ver como a Shelley entende os sacrifícios da sua mãe mesmo tendo apenas 16 anos, e como isso se desenvolve durante a leitura. A relação das duas se torna extremamente forte e vai muito além do vínculo mãe e filha.

Shelley que narra a história e em inúmeras passagens ressalta o fato dela e da mãe serem "ratos", isso é, em sua definição, "pessoas que procuravam um lugar para se esconder", em uma abordagem aumentada, Shelley e sua mãe eram consideradas pessoas fracas pela/para a sociedade, que sempre concordam com o que lhes for imposto, que não tem voz própria. Essa fraqueza é representada na forma como a Shelley tratou o bullying, sem saber que era bullying e em como a mãe dela aceitou que o pai levasse tudo durante o divórcio.

E até tal momento, envolto no drama familiar e na história do trauma que a garota passou na escola, o autor apresenta uma reviravolta na história, que pra mim, apareceu meio do nada, mas que deu um tom muito mais interessante na história, deixando o restante como uma subtrama. Em todo momento, como visto acima, existe uma hipérbole da fraqueza física e mental da nossa protagonista e da sua mãe, através da relação com a figura do rato, acentuada pela ironia da nossa jovem de 16 anos, o que é bem comum nessa idade. A partir desse momento o livro é desclassificado como "uma leitura em caso de bullying". O autor atinge extremos bem interessantes.

Eu fico fascinado por esse tipo de coisa, e um pouco assustado também, porque afinal fico pensando em como seria se fosse eu naquela situação, o que teria feito? A resposta permanece um mistério para mim. Ratos, torna-se aquele tipo insano de livro, que leva as pessoas a enfrentarem seus medos, desde que entendam que extravagâncias não são necessárias. Claro, trata-se de uma ficção, mas os personagens não estão em outra dimensão ou era da história, eles podem representar alguém que você conhece; seus vizinhos, seus parentes ou até mesmo você.

Ficha Técnica 
Título: Ratos
Autor: Gordon Reece
Acabamento: Brochura
Gênero: Ficção
Editora: Intrínseca
Ano: 2011
I.S.B.N. 9788580570700
Nº de Páginas: 240

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Resenha | O Cão que Guarda as Estrelas, Takashi Murakami; JBC

18 de ago de 2015
Bom dia, amigos! Estou em êxtase. Fazia muito tempo que não lia algo assim, talvez a última obra tenha sido Caninos Brancos ou O Apelo da Selva. E assim como Caninos e Buck, Happy garantiu um lugar especial no cantinho dos favoritos. Mas deixa desse sentimentalismo e vamos lá! (até parece, esse livro é de encher oceanos)

É difícil pra caralho ler essa obra. Vamos começar assim, porque ainda estou emocionalmente abalado. O Cão que Guarda as Estrelas, de Takashi Murakami conta a história de Happy, um cachorrinho qualquer que é encontrado por Miku, sem grandes condições especiais e levado para casa de uma família comum japonesa, simples né? Isso mesmo. A história é narrada a partir da visão do cão, de como ele enxerga os humanos e de como as coisas mudam com o passar do tempo.

Diferente do que estamos acostumados a ler em mangás - eu pelo menos -, a simplicidade dessa história é de encher aos olhos, por que mesmo sendo simples ela levanta questões infinitamente profundas sobre a vida, no final do livro tem um posfácio do autor que é o pingo no "i", onde ele adverte para não julgar tão simplesmente o protagonista.

Outro ponto intensamente interessante é sobre os nomes dos personagens. A obra é dividida em duas partes e em momento algum é revelado o nome da figura masculina e da figura feminina, o cão apenas os trata como "papai" e "mamãe", exceto por Miku, acredito que seja porque é normal os pais chamarem os filhos pelos nomes e não o contrário, enfim. Esse aspecto dá a obra um tom universal, será que pra todos os cães somos "papais" e "mamães"?

A obra insere a figura do cão como a representação da pureza, de amar independente de qualquer coisa. Desta forma, Happy é uma alegoria de tamanha representação. Capaz de se estender até a segunda parte do livro e emocionar tanto os personagens do livro que não conheciam a sua história, como estender seu latido a quem está lendo. Happy tem essa capacidade de fazer seus cães internos uivarem, de fazer você se lembrar dos pequenos companheiros que teve e que amou.

O mais engraçado, entretanto, é o fato do cão se chamar Happy, do inglês, Feliz. Porque a obra em si é uma história triste, cujo qual, você deve estar psicologicamente preparado, mas quando a tempestade sentimental passa, você acaba por agradecer ao autor e ao Happy, pelos sentimentos que ele desencadeou, pelo pequeno momento de alegria.

E, por último, vamos falar rapidamente sobre o próprio título, os japoneses são cheios disso. "O Cão que Guarda as Estrelas" ou "Hoshi Mamoru Inu", é um expressão japonesa usada para representar algo inalcançável, representado pelo cão que observa as estrelas, como se as quisesse, mesmo que isso seja impossível. Isso não é um spoiler, pois trata-se da primeira frase do mangá. Porém, isso se desenvolve durante a história nos próprios personagens. E também, em um ponto de vista pessoal, porque acredito profundamente nisto, estamos todos fadados a sermos cães que guardam as estrelas em um momento ou outro na vida. E... Bam, lá vem o choque de memórias novamente.

Sem dúvida é um livro que se enquadra na prateleira das obras breves como uma brisa e devastadores como uma tempestade, e também na dos títulos favoritos. Além de ser indispensável para qualquer colecionador ou amante de cães. O maior elo que criei com O Cão que Guarda as Estrelas, é o de que o livro foi escrito pensando em mim, pra mim, entende!? Tenho certeza de que milhares de leitores tiveram a mesma situação. Agora deu.

Beijos, Nina e Diva!
Saudades, Ralf, Pink e Bianca!

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Ficha Técnica 
Título: O Cão que Guarda as Estrelas
Autor: Takashi Murakami
Acabamento: Brochura
Gênero: Ficção
Editora: JBC
Ano: 2014
I.S.B.N. 9788577879045
Nº de Páginas: 132

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Resenha | A Vida Privada das Árvores, Alejandro Zambra

14 de ago de 2015
Fala meu povo!
Hoje mais uma resenha dos bons e pequenos livros da vida, estou falando de A Vida Privada das Árvores, do querido e recém descoberto, Alejandro Zambra. Se você não conhece a obra desse autor, depois de ler essa resenha, clique aqui, e leia também a resenha de Bonsai, um incrível livro sobre o fim de um amor.

Neste título, Zambra conta a história de Julián e sua enteada, Daniela, que em uma noite comum como qualquer outra noite na vida deles, eles devem esperar o retorno de Verônica, mãe de Daniela. E paramos aqui, por ser o segundo romance do autor que leio, e como li um em seguida do outro. Achei fantástica a sua capacidade de pegar situações corriqueiras, como uma simples espera e transformá-la em uma obra de teor tão profundo, onde ao final ficamos buscando significados para nossas atitudes.

O livro, curtíssimo, é um belo ensaio sobre os últimos encontros, e Daniela é um agravante na história, porque, afinal, ela não é filha de Julián e mesmo assim ele está lá totalmente disposto a cuidar da menina, sob um espectro de que, talvez, e muito talvez, Verônica não retorne. Em meio a isso, estamos novamente nas mãos do autor, que parece ter prazer em brincar com nossa ansiedade.

Durante essa espera, Julián reflete sobre a vida, passado e futuro, e o que irá dizer à Daniela, caso a mãe não retorne. Dentro dessas reflexões separei um trecho que gostei profundamente:
Tudo bem, era sem compromisso, como deve ser: ama-se para deixar-se de amar e se deixa de amar para começar a amar outros, ou para ficar sozinho, por um tempo ou para sempre. Esse é o dogma. O único dogma.
Claro, que não darei spoilers aqui sobre o final do livro, por isso não posso estender-me muito. A história inteira se passa no percalço de um curto período de tempo e é contada de uma forma que faz você sempre querer olhar a página seguinte.

Deu.

Ficha Técnica 
Título: A Vida Privada das Árvores
Autor: Alejandro Zambra
Acabamento: Brochura
Gênero: Ficção
Editora: Cosac Naify
Ano: 2013
I.S.B.N. 9788540503052
Nº de Páginas: 96

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Resenha | Bonsai, Alejandro Zambra

13 de ago de 2015
Olá, caros amigos!
Hoje trago essa dose de amor para vocês, pequeno como um Bonsai, gigante como o elemento vivo que o habita.

Esse compacto livrinho de Alejandro Zambra, nos apresenta uma história sobre a conformidade, sobre o fim, ou acostumar-se ao fim, porque, do casal que protagoniza a história, ela morre e ele fica sozinho no final. Calma, não se preocupem, isso não é um spoiler, é uma das primeiras frases do livro e o começo da brincadeira que o autor faz com os leitores.

O livro conta a história de Emília e Julio, um casal normal que gosta de livros e músicas, que se conheceram, ficaram juntos e estavam fadados a se separarem. O narrador brinca conosco testando hipóteses sobre o fim e por vezes adiando-o, esticando o sofrimento do pobre Julio. O livro é breve, mas devastador. É aquele tipo de literatura que você precisa digerir, e como o próprio protagonista conta, "um daqueles que é preciso revisitar, com o tempo, por sempre achar que deixou passar algo".

O mais divertido do livro, sem dúvida, é ver como Julio se conforma com o fim do relacionamento, ou não, e como o caminho deles se desvencilha. O livro é ao mesmo tempo sério e engraçado, como um extra de sarcasmo adicionado pelo narrador, dando um tom tragicômico aos acontecimentos. Além, é claro, de ser recheado de boas indicações de leitura e referências para quem, como eu, gosta de se aventurar nesses labirintos.

Indico a leitura para quem quer um romance descompromissado e está cansado dos eternos calhamaços.

Ficha Técnica 
Título: Bonsai
Autor: Alejandro Zambra
Acabamento: Brochura
Gênero: Ficção
Editora: Cosac Naify
Ano: 2012
I.S.B.N. 9788540501881
Nº de Páginas: 96

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Resenha | Terra Formars, Sasuga e Tachibana; JBC

23 de jul de 2015
Fellas! O que é esse mangá?
Estou empolgado com esse título desde que saiu o Preview com o primeiro capítulo. O mangá com história de Yu Sasuga e Arte por Ken-Ichi Tachibana, publicado pela nossa querida JBC, segue os passos de Shokichi Komachi, tripulante da espaçonave BUGS-2, com destino à Marte!
Komachi, no detalhe.
O enredo nos apresenta um Planeta Terra no ano de 2599, a agência U-NASA, preocupados com a superpopulação mundial, enviou para Marte algas e baratas, quinhentos anos atrás, para criarem uma espécie de efeito estufa no planeta vermelho, para derreter o dióxido de carbono que havia congelado em sua superfície, criando assim condições favoráveis de vida.

Os 15 astronautas, de diferentes nacionalidades, que estão na BUGS-2 são encarregados de limpar a superfície de Marte, ou seja, exterminar as baratas. Mas nem tudo são flores e muitas surpresas estavam aguardando por eles no planeta vermelho. Até aqui o que mais me surpreendeu no mangá é que ele tem aquela storytelling clichê de filmes espacias como Tropas Estelares, que o grupo se mostra tranquilo e debochado quanto a missão, sem se preocupar com as reais ameaças que vão enfrentar, até que ao desembarcarem o jogo vira e agora eles têm que superar as dificuldades. Em meio a essa nova abordagem em Terra Formars os personagens crescem exponencialmente, e fica lindo.

Outro quê de ficção científica latente no mangá é o fato deles explicarem as coisas cientificamente, como apontado acima no derretimento do dióxido, como também na apresentação das habilidades de cada personagem, pois cada um deles passou por um procedimento cirúrgico que enxertou DNA de outros seres vivos em seus corpos, especialmente nessa parte é possível deslumbrar de uma aula de biologia. Isso é quase um spoiler, mas não consegui me conter.

Além de termos a trama espacial, a ficção científica gritando a torto e à direita, uma dose especial de drama, ainda temos a problemática de questões globais, muito parecidas com os cenários de uma corrida armamentista do período da Guerra Fria, já que os tripulantes são de diferentes nacionalidades e seus responsáveis têm visões diferentes do fim da missão.

Por último, não posso deixar de elogiar a arte por trás de Terra Formars, o traço do Tachibana é espetacular e cheio de detalhes, não canso de ficar procurando coisas que posso não ter visto na primeira leitura, com a sua arte os personagens ficaram hiper expressivos o que gera uma grande dose de empatia durante a leitura. Um adendo especial quanto a história, teve um dado momento que me peguei segurando a respiração durante a leitura de tão foda que estava. Abaixo algumas imagens para vocês.
[Clique na imagem para ampliá-la]


Terra Formars chega às bancas ainda esse mês - o meu adquiri na Fest Comix -, conta atualmente com 12 volumes - ainda em publicação no Japão - e chega no formato de 13,5 x 20,5 cm, com papel Off-Set (♥) e pelo valor de R$ 14,90.

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Premiações | Indicados ao Emmy 2015

21 de jul de 2015
Bem vindos ao Emmy 2015!
O Emmy reconhece a excelencia em diversas áreas da televisão e novas mídias, é composto por três organizações: a Television Academy (horário nobre), a National Academy of Television Arts & Sciences (programação diária, esportes, notícias e documentários)  e a International Academy of Television Arts & Sciences (Internacional). O Prêmio é um símbolo de reconhecimento de mais de 16.000 membros da Television Academy. 

Agora, alguns fatos desse ano. Das redes de TV ou de TV à Banda Larga participantes, a HBO foi, mais uma vez, a recordista com 126 indicações, superando as 99 do ano passado, seguida pela ABC, com 42, a NBC e a CBS, com 41, a FX Networks (em várias sub-emissoras), com 38, e a Netflix, que já havia recebeu 31  indicações no ano passado, concorre esse ano com 34.

Das séries mais indicadas, Game Of Thrones encabeça a lista com 24 indicações, 5 a mais do que no ano passado, seguida por American Horror Story: Freak Show com 19 indicações e por House Of Cards, Mad Men e Transparent com 11 indicações cada.

Os vencedores serão revelados no dia 20 de setembro. Confira abaixo a lista de indicados.

Drama

Melhor Série Dramática

Better Call Saul • AMC
Downton Abbey • PBS
Game Of Thrones • HBO 
Homeland • Showtime
House Of Cards • Netflix 
Mad Men • AMC
Orange Is The New Black • Netflix

Melhor Ator em Série Dramática

Better Call Saul • Bob Odenkirk, como Jimmy McGill
Bloodline • Kyle Chandler, como John Rayburn
House Of Cards • Kevin Spacey, como Francis Underwood
Mad Men • Jon Hamm, como Don Draper
The Newsroom • Jeff Daniels, como Will McAvoy
Ray Donovan • Liev Schreiber, como Ray Donovan

Melhor Atriz em Série Dramática

Empire • Taraji P. Henson, como Cookie Lyon
Homeland • Claire Danes, como Carrie Mathison
House Of Cards • Robin Wright, como Claire Underwood
How To Get Away With Murder • Viola Davis, como Annalise Keating
Mad Men • Elisabeth Moss, como Peggy Olson
Orphan Black • Tatiana Maslany, como Sarah, Alison, Cosima, Helena, Rachel e Krystal

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

Better Call Saul • Jonathan Banks, como Mike Ehrmantraut
Bloodline • Ben Mendelsohn, como Danny Rayburn
Downton Abbey • Jim Carter, como Mr. Carson
Game Of Thrones • Peter Dinklage, como Tyrion Lannister
The Good Wife • Alan Cumming, como Eli Gold
House Of Cards • Michael Kelly, como Doug Stamper

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Downton Abbey • Joanne Froggatt, como Anna Bates
Game Of Thrones • Lena Headey, como Cersei Lannister
Game Of Thrones • Emilia Clarke, como Daenerys Targaryen
The Good Wife • Christine Baranski, como Diane Lockhart
Mad Men • Christina Hendricks, como Joan Harris
Orange Is The New Black • Uzo Aduba, como Suzanne “Crazy Eyes” Warre

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

The Blacklist • Alan Alda, como Alan Fitch
The Good Wife • Michael J. Fox, como Louis Canning
Homeland • F. Murray Abraham, como Dar Adal
House Of Cards • Reg E. Cathey, como Freddy Hayes
Masters Of Sex • Beau Bridges, como Barton Scully
Orange Is The New Black • Pablo Schreiber, como George "Pornstache" Mendez

Melhor Atriz Convidada em Série Dramática

The Americans • Margo Martindale, como Claudia
Game Of Thrones • Diana Rigg, como Lady Olenna Tyrell
House Of Cards • Rachel Brosnahan, como Rachel Posner
How To Get Away With Murder • Cicely Tyson, como Ophelia Hartness
Masters Of Sex • Allison Janney, como Margaret Scully
Scandal • Khandi Alexander, como Maya Pope

Melhor Roteiro de Série Dramática

The Americans • Do Mail Robots Dream Of Electric Sheep? • Joshua Brand
Better Call Saul • Five-O • Gordon Smith
Game Of Thrones • Mother’s Mercy • David Benioff e D.B. Weiss
Mad Men • Lost Horizon • Semi Chellas e Matthew Weiner
Mad Men • Person To Person • Matthew Weiner

Melhor Direção de Série Dramática

Boardwalk Empire • Eldorado • Tim Van Patten
Game Of Thrones • Mother’s Mercy • David Nutter
Game Of Thrones • Unbowed, Unbent, Unbroken • Jeremy Podeswa
Homeland • From A To B And Back Again • Lesli Linka Glatter
The Knick • Method And Madness • Steven Soderbergh

Comédia


Melhor Série Cômica

Louie • FX Networks
Modern Family • ABC
Parks And Recreation • NBC
Silicon Valley • HBO
Transparent • Amazon Instant Video
Unbreakable Kimmy Schmidt • Netflix
Veep • HBO

Melhor Ator em Série Cômica

black-ish • Anthony Anderson, como Andre Johnson
Episodes • Matt LeBlanc, como Matt LeBlanc
House Of Lies • Don Cheadle, como Marty Kaan
The Last Man On Earth • Will Forte, como Phil Miller
Louie • Louis C.K., como Louie
Shameless • William H. Macy, como Frank Gallagher
Transparent • Jeffrey Tambor, como Maura Pfefferman

Melhor Atriz em Série Cômica

The Comeback • Lisa Kudrow, como Valerie Cherish
Grace And Frankie • Lily Tomlin, como Frankie
Inside Amy Schumer • Amy Schumer, como Amy
Nurse Jackie • Edie Falco, como Jackie Peyton
Parks And Recreation • Amy Poehler, como Leslie Knope
Veep • Julia Louis-Dreyfus, como President Selina Meyer

Melhor Ator Coadjuvante em Série Cômica

Brooklyn Nine-Nine • Andre Braugher, como Captain Ray Holt
Girls • Adam Driver, como Adam Sackler
Key & Peele • Keegan-Michael Key, como Vários personagens
Modern Family • Ty Burrell, como Phil Dunphy
Unbreakable Kimmy Schmidt • Tituss Burgess, como Titus Andromedon
Veep • Tony Hale, como Gary Walsh

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Cômica

The Big Bang Theory • Mayim Bialik, como Amy Farrah Fowler
Getting On • Niecy Nash, como Denise "Didi" Ortley
Modern Family • Julie Bowen, como Claire Dunphy
Mom • Allison Janney, como Bonnie
Saturday Night Live • Kate McKinnon, como Vários personagens
Transparent • Gaby Hoffmann, como Ali Pfefferman
Unbreakable Kimmy Schmidt • Jane Krakowski, como Jacqueline Voorhees
Veep • Anna Chlumsky, como Amy Brookheimer

Melhor Ator Convidado em Série Cômica

The Comedians • Mel Brooks, como Mel Brooks
Inside Amy Schumer • Paul Giamatt, como Juror #10
Saturday Night Live • Bill Hader, como Apresentador
Saturday Night Live • Louis C.K., como Apresentador
Transparent • Bradley Whitford, como Marcy
Unbreakable Kimmy Schmidt • Jon Hamm, como Reverend Richard Wayne Gary

Melhor Atriz Convidada em Série Cômica

The Big Bang Theory • Christine Baranski, como Dr. Beverly Hofstadter
Girls • Gaby Hoffmann, como Caroline Sackler
Louie • Pamela Adlon, como Pamela
Modern Family • Elizabeth Banks, como Sal
Shameless • Joan Cusack, como Sheila Jackson
Unbreakable Kimmy Schmidt • Tina Fey, como Marcia

Melhor Roteiro em Série Cômica

Episodes • Episode 409 • David Crane e Jeffrey Klarik
The Last Man On Earth • Alive In Tucson (Pilot) • Will Forte
Louie • Bobby's House • Louis C.K.
Silicon Valley • Two Days Of The Condor • Alec Berg
Transparent • Pilot • Jill Soloway
Veep • Election Night • Simon Blackwell, Armando Iannucci e Tony Roche

Melhor Direção em Série Cômica

The Last Man On Earth • Alive In Tucson (Pilot) • Phil Lord e Christopher Miller
Louie • Sleepover • Louis C.K.
Silicon Valley • Sand Hill Shuffle • Mike Judge
Transparent • Best New Girl • Jill Soloway
Veep • Testimony • Armando Iannucci

Minisséries e Telefilmes


Melhor Minissérie

American Crime • ABC
American Horror Story: Freak Show • FX Networks
The Honorable Woman • SundanceTV
Olive Kitteridge • HBO
Wolf Hall • PBS

Melhor Telefilme

Agatha Christie’s Poirot: Curtain, Poirot’s Last Case • Acorn TV
Bessie • HBO 
Grace Of Monaco • Lifetime
Hello Ladies: The Movie • HBO 
Killing Jesus • National Geographic Channel 
Nightingale • HBO 

Melhor Ator em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Timothy Hutton, como Russ
Derek Special • Ricky Gervais, como Derek
Houdini • Adrien Brody, como Harry Houdini
Nightingale • David Oyelowo, como Peter Snowden
Olive Kitteridge • Richard Jenkins, como Henry Kitteridge
Wolf Hall • Mark Rylance, como Thomas Cromwell

Melhor Atriz em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Felicity Huffman, como Barb
American Horror Story: Freak Show • Jessica Lange, como Elsa Mars
Bessie • Queen Latifah, como Bessie Smith
The Honorable Woman • Maggie Gyllenhaal, como Nessa Stein
Olive Kitteridge • Frances McDormand, como Olive Kitteridge
Sweeney Todd: The Demon Barber Of Fleet Street (Live From Lincoln Center) • Emma Thompson, como Mrs. Lovett

Melhor Ator Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Richard Cabral, como Hector Tonz
American Horror Story: Freak Show • Denis O'Hare, como Stanley
American Horror Story: Freak Show • Finn Wittrock, como Dandy Mott
Bessie • Michael Kenneth Williams, como Jack Gee
Olive Kitteridge • Bill Murray, como Jack Kenninson
Wolf Hall • Damian Lewis, como Henry VIII

Melhor Atriz Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Regina King as Aliyah Shadeed
American Horror Story: Freak Show • Sarah Paulson as Dot & Bette Tattler
American Horror Story: Freak Show • Angela Bassett as Desiree Dupree
American Horror Story: Freak Show • Kathy Bates as Ethel Darling
Bessie • Mo'Nique as Ma Rainey
Olive Kitteridge • Zoe Kazan as Denise Thibodeau

Melhor Roteiro em Telefilme, Minissérie ou Especial Drama

American Crime • John Ridley
Bessie • Dee Rees, Christopher Cleveland, Bettina Gilois e Horton Foote
Hello Ladies: The Movie • Stephen Merchant, Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg
The Honorable Woman • Hugo Blick
Olive Kitteridge • Jane Anderson
Wolf Hall • Peter Straughan

Melhor Direção em Telefilme, Minissérie ou Especial Drama

American Horror Story: Freak Show • Monsters Among Us • Ryan Murphy
Bessie • Dee Rees
The Honorable Woman • Hugo Blick
Houdini • Uli Edel
The Missing • Tom Shankland
Olive Kitteridge • Lisa Cholodenko
Wolf Hall • Peter Kosminsky

Técnicos


Melhor Direção de Arte em Série Contemporânea ou de Fantasia (1 hora ou mais)

Constantine • The Darkness Beneath • Feast Of Friends • The Saint Of Last Resorts: Part One
Game Of Thrones • High Sparrow • Unbowed, Unbent, Unbroken • Hardhome
Gotham • Pilot
House Of Cards • Chapter 29 • Chapter 36
True Blood • Jesus Gonna Be Here • I Found You • Fire In The Hole

Melhor Direção de Arte em Série Histórica, Minissérie ou Telefilme (1 hora ou mais)

Boardwalk Empire • Golden Days For Boys And Girls • Friendless Child • Eldorado
Downton Abbey • Episode 9
The Knick • Method And Madness • Mr. Paris Shoes • Get The Rope
Mad Men • Person To Person
Masters Of Sex • Blackbird • Below The Belt • One For The Money, Two For The Show

Melhor Direção de Arte em Série Contemporânea (30 minutos ou menos)

The Big Bang Theory • The First Pitch Insufficiency • The Clean Room Infilltration • The Skywalker
Incursion
Hot In Cleveland • Vegas, Baby/I Hate Goodbyes • All About Elka
Silicon Valley • Sand Hill Shuffle • Homicide • Adult Content
Transparent • The Letting Go
2 Broke Girls • And The Zero Tolerance • And The Fun Factory • And A Loan For Christmas
Veep • Joint Session • Tehran • Convention

Melhor Direção de Elenco em Série Cômica

Louie • FX Networks
Modern Family • ABC
Transparent • Amazon Instant Video
Unbreakable Kimmy Schmidt • Netflix
Veep • HBO

Melhor Direção de Elenco em Série Dramática

Downton Abbey • PBS
Game Of Thrones • HBO
House Of Cards • Netflix
Mad Men • AMC
Orange Is The New Black • Netflix

Melhor Direção de Elenco em Minissérie, Telefilme ou Especial 

American Crime • ABC
American Horror Story: Freak Show • FX Networks
Bessie • HBO
Olive Kitteridge • HBO
Wolf Hall • PBS

Melhor Fotografia em Série (Multi-Camera)

The Big Bang Theory • The Expedition Approximation
Mike & Molly • Checkpoint Joyce
The Millers • Con-Troversy
2 Broke Girls • And The Old Bike Yarn

Melhor Fotografia em Série (Single-Camera)

Boardwalk Empire • Golden Days For Boys And Girls
Game Of Thrones • Hardhome
Game Of Thrones • Sons Of The Harpy
Game Of Thrones • The Dance Of Dragons
Game Of Thrones • Unbowed, Unbent, Unbroken
The Good Wife • The Line
House Of Cards • Chapter 29

Melhor Fotografia em Minissérie ou Telefilme

American Horror Story: Freak Show • Monsters Among Us
Bessie
Houdini • Night 1
The Secret Life Of Marilyn Monroe

Melhor Figurino em Série Histórica, Minissérie, Telefilme ou Fantasia

American Horror Story: Freak Show • Monsters Among Us
Boardwalk Empire • Golden Days For Boys And Girls
Downton Abbey • Episode 9
Game Of Thrones • The Dance Of Dragons
Wolf Hall • Part 3: Anna Regina

Melhor Figurino em Série Contemporânea Minissérie ou Telefilme

Empire • Pilot
Empire • The Lyon's Roar
Gotham • Under The Knife
The Mindy Project • San Francisco Bae
Olive Kitteridge • Incoming Tide
Transparent • Symbolic Exemplar 

Melhor Design de Abertura

American Horror Story: Freak Show • FX Networks
Bosch • Amazon Instant Video
Halt And Catch Fire • AMC
Manhattan • WGN America
Marvel's Daredevil • Netflix
Olive Kitteridge • HBO

Melhor Música Tema de Abertura

The Dovekeepers • CBS
Marco Polo • Netflix
Texas Rising • HISTORY
Transparent • Amazon Instant Video
Tyrant • FX Networks

Especial | Porquê comprar em eventos como a Fest Comix!

20 de jul de 2015
No post anterior falei da minha cruzada pela Fest Comix, adquiri ao todo 51 itens, aqui vamos falar um pouco da economia que consegui fazer, graças ao evento e aos descontos. Então vamos lá.

Começando pelos lançamentos, todos os mangás abaixo estão em sua primeira edição e o desconto em relação ao preço de capa é de 20%, somando tudo eu consegui economizar R$ 13,30, ou seja o preço de mais um mangá! Risos.
Agora, partindo para as séries mensais que já acompanho. Tirando Vinland Saga, que comecei a acompanhar agora, os outros estavam certinhos, aqui a economia foi de R$ 15,80. Preço de mais um mangá.
Partindo agora para o primeiro exagero, chamo assim, porque não me segurei e trouxe Green Blood (1-5), e Vinland Saga que precisava das edições anteriores. Aqui a economia foi de R$ 23,30.
Entrando agora na área de HQs. Apesar da quantidade pequena de itens, o desconto foi aceitável. Economia de R$ 11,70.
E pra finalizar, em uma categoria separada, tem a coleção completa de Rurouni Kenshin, com seus 28 volumes, a coleção saiu por R$ 269,00, estava com 30% de desconto. Eu sei é salgado, mas levando em consideração o preço de capa de R$ 13,90, o valor total é de R$ 389,20, com o desconto a minha economia foi de R$ 120,20. Paguei R$ 9,61 por edição.
Somando a economia de todas as categorias eu consegui economizar no final das contar R$ 184,30.

Pra ver os produtos que comprei: Visite Sparta, neste post.

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Eventos | 21º Fest Comix, THIS IS SPARTA!!!

Aee galera, hoje vamos falar um pouquinho do evento e das coisas que comprei e consegui por lá.

A Fest Comix é uma tradicional feira de quadrinhos de São Paulo que acontece desde 2001. A feira é conhecida por seu um excelente local para artistas independentes promoverem seus trabalhos, assim como, uma ótima vitrine para lojistas e editoras especializadas em quadrinhos encontrarem seu público. A feira ainda conta com outras atrações como sessões de autógrafos, palestras, mesas-redondas, concurso de cosplay, exposições e mais uma infinidade de coisas.

Tinha muita coisa legal por lá, uma série de artistas novos, não pude aproveitar muito as coisas, porque a maior parte do tempo que permaneci por lá foram em filas de autógrafos, que valeram muito a pena. Consegui o autógrafo do mestre Nobuhiro Watsuki e da sua esposa, Kaoru Kurosaki que trabalhou com ele em Rurouni Kenshin a.k.a. Samurai X. Também consegui o autógrafo dos feras Lu e Vitor Caffagi, responsáveis por Turma da Mônica: Laços e Lições. A Lu é puro amor.

Fui ao evento, principalmente, para adquirir coisas, já que grande parte dos títulos têm descontos; Então, antes de começar minha saga em Sparta, gostaria de ressaltar que vou fazer uma avaliação minuciosa dos meus gastos, que não foram baixos, aqui. Então vamos lá.

Comprei esses dois one-shots da Editora Draco: Apagão Extra: Ligação Direta, que faz parte de Apagão: Cidade sem Lei, de Raphael Fernandes e Camaleão e Quack: Patadas Voadoras, de Kaji Pato. Na minha edição de Apagão Extra consegui o autógrafo do Raphael, e também um panfleto com um link pra ler o primeiro capítulos das futuras edições. Paguei R$ 5 em cada.
Comprei também no impulso, duas HQs, deiei de ler hqs quando começaram a lançar sagas enormes que afetam diversos personagens, e por ironia do destino, peguei as edições Pecado Original #0 e #1 que é exatamente isso, só li a #0, gostei em partes e vamos ver o que mais vai sair dai. Paguei R$ 4,70 e R$ 6,50, preços de capa R$5,90 e R$ 8,20, respectivamente.
Pra coroar em questão de HQs, trouxe para casa os lançamentos, Penadinho, de Paulo Crumbim e Cristina Eiko e Lições, de Vitor e Lu Caffagi, ambos da Grapich MSP. Paguei R$ 17,90 em cada, preço de capa R$ 21,90.
Agora a coisa começa a ficar séria! Vamos aos mangás, primeiro com a Planet Manga, braço do Panini Group, que publica mangás. Comprei as edições de 1 a 6 na internet de Vinland Saga, que estão super indicadas na interwebs, então precisava completar alcançar o que já tinha saído, adquiri os volumes 7 (R$ 9), 8 e 9 (R$ 11), preços de capa R$ 11,90 o Volume 7 e R$ 13,90 no Volume 8 e 9 (cada), Também peguei o lançamento Tokyo Ghoul (R$ 10,30), preço de capa R$ 12,90. Preço que paguei entre parenteses.
E agora minha visita à Sparta! Mangás da JBC! Fiz a festa e trouxe pra casa os lançamentos, Limit (R$ 11), Terra Formars  (R$ 12) e Kill la Kill (R$ 11), preços de capa R$ 13,90 | 14,90 | 13,90 respectivamente. Limit ainda vai ter que me conquistar, estava mais interessado em Vitamin, como é da mesma autora peguei-o, Terra Formars me conquistou desde o Preview e Kill la Kill eu vi alguns episódios na Netflix :).
Trouxe também a continuação das sagas que já estou acompanhando, só não tinha lá o volume 5 de The Seven Deadly Sins, só por isso, a infidelidade com o jornaleiro não foi completa. Então temos: Hellsing #2 (R$ 13), Wish #2 (R$ 11,60), Yuyu Hakusho #10 (R$ 11,90) e Zetman #2 (R$ 14). Preços de capa R$ 16,50 | 14,50 | 14,90 | 17,50.
Num acesso de compras frenético trouxe também a coleção de Green Blood completa (5 volumes) paguei R$ 11 em cada, preço de capa R$ 14,50.
E no acesso extremo de emoção depois de conseguir o autógrafo do Watsuki, me peguei carregando isso aqui:
Sim, a coleção completa de Rurouni Kenshin (28 volumes), paguei salgado, mas ainda mais barato do que se tivesse comprado volume por volume. De quebra também peguei A Sakabatou de Yahiko, só que só lerei quando terminar Rurouni. Não vou dizer o preço aqui porque vou fazer outro post dizendo as vantagens de comprar em eventos,

Tirando a coleção completa de Rurouni Kenshin que estava com 30% de desconto, nos demais o desconto foi de cerca de 20%.

Até a próxima

Resenha | All You Need is Kill, Sakurazuka Hiroshi e Takeshi Obata; JBC

18 de jul de 2015
Bom pessoal, semana passada teve o primeiro post sobre mangás aqui comigo comentando um pouco as previews de Limit e de Terra Formars (♥), hoje nós vamos falar dessa obra bonita e compacta que é All you Need is Kill. Com apenas duas edições, All you Need is Kill, de Hiroshi Sakurazaka com ilustrações de Takeshi Obata, o mesmo desenhista da série Death Note. Oh, até parece que entende do assunto.

Em All you Need is Kill, a terra foi invadida por alienígenas que estão sugando o planeta e detonando nossos recursos naturais. Esses extraterrestres são chamados de mimetizadores, e só podem ser combatidos por trajes mecanizados. A história gira em torno de Keiji Kiriya, um soldado novato que morre em sua primeira investida contra alienígenas, mas se encontra atordoado por voltar após a sua morte para o dia anterior a investida. Basicamente é isso. A história é construída através das inúmeras repetições do dia de Keiji.

No meio dessa confusão, eis que surge a menina dos olhos, Rita Vrataski, uma enigmática e carismática jovem, que rouba a cena legal, como uma personagem forte e destemida, a luta de Rita contra os mimetizadores assume um caráter mais pessoal, que vamos entendendo no decorrer da trama. Talvez esse aprofundamento da Rita tenha ofuscado o personagem de Keiji que não teve suas origens tão exploradas.

Em dado momento, Keiji e Rita passam a andar juntos, isso quer dizer, todos os dias Keiji faz a sua linha do tempo favorecer esse encontro dele com a Rita. Mais próximos um do outro a cada repetição eles acabam ficando íntimos, o que traz uma carga emocional para o mangá e dá abertura para cenas emocionantes durante a leitura, mas vou parando por aqui, porque é realmente difícil fazer a resenha de um mangá sem dar alguns spoilers.

Como está escrito lá em cima, o mangá é ilustrado pelo Takeshi Obata, e mesmo sem ter lido Death Note (juntando grana pra Black Edition), deu pra perceber a semelhança no traço só de ver uma ou outra imagem do trabalho do cara pela internet, a ilustração é sensacional e o caos em algumas cenas chega a ser extremo. Os combates são um detalhe a parte. É uma pena o mangá ter apenas 2 edições, podia ter pelo menos mais uma, e estender um pouco mais as coisas, é breve como um sopro e destruidor como uma temporal.

Pra você, que é como eu, um reles mortal começando a explorar o universo dos mangás, ou reexplorando, vale a leitura, pois é uma ótima porta de entrada para um universo em expansão, que, por exemplo, nos leva a Terra Formars, que tem a mesma temática Sci-fi da obra, e de uma porrada de obras que virão por aí, como Ghost in the Shell e Akira que serão relançadas este ano pela JBC. Por enquanto, não sou um expert no assunto, mas dá pra aproveitar bem a leitura.

Antes que eu me esqueça, se você também é fã de cinema, All you Need is Kill, também foi adaptado para o cinema em No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow), com Tom Cruise e Emily Blunt nas peles de Keiji e Rita. Claro, na versão norte americana o personagem do Tom se chama Cage, mas sabemos o que eles querem dizer. E se você deseja possuir o mangá em sua coleção, a JBC ainda conta com o plano de assinaturas para isso, com os dois volumes e com desconto, consegui a minha assim. :)

Até a próxima.

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