2011 | Bang Bang Escrevi

Balanço Geral: blog e autor

29 de dez de 2011

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AUTOR

Livros Lidos

O ano em que trafiquei mulheres - Antonio Salas
O meu pé de Laranja Lima - José M. de Vasconcelos
Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley
O vendedor de Armas - Hugh Laurie
V de Vingança (HQ) - Alan Moore
O Arqueiro - Bernard Cornwell
A Febre Starbucks - Taylor Clark
O mundo de Sofia - Jostein Gaarder (depois de 3 anos tentando)
Macbeth - William Shakespeare

Top 10 filmes

Se beber não case. Part. II
Transformers 3
Piratas do Caribe 4
X-mem primeira classe
Os três mosqueteiros
O discurso do rei
Premonição 5
Jogos Mortais 7
Cisne negro
Thor

# 07

27 de dez de 2011
O amor. Seja ele como for, dor. Dor de inverno. Calor de verão. Em qualquer estação. O amor, nada mais é do que uma transição. Transposição. A passagem de ser um ser só e ser o mundo inteiro.

Caracóis

26 de dez de 2011
Pois é menina do cabelo cacheado
do sorriso de lado-a-lado,
quero me ver em seu braços
e você dentro dos meus abraços.
Seu cheiro no meu colarinho.
Junto, nós, de cantinho
devagarinho, sem pavor,
pressa ou culpa.
Eu, você e esses seus cachos
embaraçados em mim,
inspiram-me assim
a escrever sobre o passado
me deixando com saudade,
do saldo de beijos e abraços
que não foi pago
e dos seus caracóis
que nem sequer existem mais.

Aquitã

25 de dez de 2011
Iracema,
menina aisó,
sorri só.
Banhada pelo sol
de indígena ascende,
sua beleza transcende
de tamanha proporção
a invadir meu campo de visão.
Aquitã de tamanho
com seu nome tupi.
Nem perco nem ganho
ao olhar-te daqui.
Espero um dia romper
essa janela que nos separa.
Olhar em seus eçais
de castanho-una
e encontrar iandê.


Vocabulário
Aisó - formosa.
Aquitã - pequeno (a).
Eçai - olho pequeno.
Una - preto, escuro.
Iandê - você.

# 06

23 de dez de 2011
Mulheres não são números. E eu também não pretendo passar o resto da minha vida com uma mulher que se preocupa com seu manequim 38, pode acontecer das medidas se manterem, vaidade sim, luxuria não. O valor de uma mulher de estereótipo saudável independente de seu par de calças está na pigmentação da sua pele, no brilho de seus olhos e na intensidade do seu sorriso.

Pode vir

22 de dez de 2011
Ei, vem. Vem com jeitinho, de mansinho. Devagarinho.Entra no escuro do meu quarto, no calor do meu cobertor. Impregna meu travesseiro, lençol, eu com seu cheiro, com sua tentação. Com essa sua vontade vinda da minha, das minhas mensagens. Entra e entra outra vez. Entra fazendo carinho, puxando cabelo, batendo nas coisas, derrubando o que ficar de pé, torcendo os lençóis, descartando o cobertor e as roupas, arranhando as costas, mordendo os lábios, suando, cansando. Entra e fica, fica para dormir, que quando o sol sair eu faço um café-da-manhã pra você e levo na cama só pra te ver sorrir.

Mina da rua.

Ela ignora.
Passa.
Finge que não olha.
Sorri de canto.
Esnoba.
Se exibe.
Balança o cabelo
mostra o aparelho.
Está brincando, dançando.
Não diz que sim,
mas também não diz que não.
Acende um cigarro
assopra a fumaça para o alto.
Traga, conversa.
Sai caminhando, rebolando.
Não olha pra trás.
O pescoço quebra,
nego acompanha,
as outras invejando.
Sabe o que faz
Sai, sai, sai andando.

# 05

21 de dez de 2011
Até que convicto fiquei,
de que amar não é crime.
Então, eu te amei.
Mesmo quando você não sabia
das minhas piadas você ria
e parte da minha vida você fazia

Vazio

20 de dez de 2011
Não sinto nada. Um vazio chato e monótono sem diferença entre alegria e tristeza. Sinto-me oco e no fundo não me importo, não tem diferença entre estar afogado em sentimentos e não ter nada dentro de si. Nada. A melhor palavra pra definir isso que se expande as vontades e quase não quero fazer algo. Só parar e pensar. Uma espécie de estado vegetativo sem vida. A vida resolve pulsar às vezes depois da meia-noite, mas acho que já não faz tanta diferença. Devia me preocupar com isso, mas não consigo.

# 04

Porque quando o amor acaba, a gente só lembra dos momentos ruins se quiser, pois tudo que causa dor, fica guardado em um canto não sei onde da memória, onde a gente finge que esquece enquanto ele espera que a gente se lembre. Lembranças boas não são domesticáveis.

Natal 2011

19 de dez de 2011
Natal, época linda. Ano passado falei da hipocrisia familiar nessa época. Onde as famílias se juntam para comer e beber – filar a boia mesmo – e depois falar mal uns dos outros. Esse ano vou restringir ao pseudo-espírito natalino.
As pessoas passam o ano inteiro ignorando seus semelhantes e no final do ano querem o selo “eu ajudo quem precisa” pra colorem nos seus carros e mostrarem que eles não são tão ruins quanto parecem, não digo apenas de pessoas que realmente tem condição de ajudar quem precisa, mas de quem não tem e quer o mesmo status em dezembro, acha que tá reservando banco no paraíso.
Dezembro é o mês da merda. Você tem natal, ano novo, retrospectiva, Roberto Carlos no show da virada, a virada na paulista e toda essa torração de saco. A cidade já é uma delícia e ainda arrumam motivo para deixa-la melhor.  Além de tudo isso, ainda é verão, então, choveu fodeu.
Voltando ao assunto o pseudo-espírito é uma espécie de  apelo religioso. É a suplica do inconsciente de que você deve ajudar porque nesse período Jesus precisou de ajuda, nem sei de onde tirei esse paralelo, mas deve ser por isso. Não é errado ajudar, vou repetir, não é errado ajudar, errado é querer fazer isso apenas no natal porque é uma época mágica. Quem precisa de ajuda, só precisa de ajuda e não de magia. Quer magia? Vai pra Hogwarts.
Antes de terminar só mais um recado. Se você só ajuda no natal pra receber o selo “sou foda” e ajudo necessitados, pelo amor do divino, não pare de fazer isso, mesmo sabendo que as pessoas precisam de ajuda o ano inteiro.

# 03

17 de dez de 2011
Às vinte horas  ela estava aqui, calada, pensativa, não sabia por onde começar, o idiota ia além e começava a planejar fazer panquecas. A primeira como sempre foi um fiasco, não rodou na frigideira e caiu no chão.  Não há muito do que se falar, apesar de tudo eles sorriam.

All Star branco

16 de dez de 2011
Ela era a pessoa mais linda do mundo, e eu era completamente apaixonado pela foto em que o cabelo dela parecia um miojo. E sonhava em viver embaraçado neles. Definitivamente deitar e rolar no mundo com a dona deles. A gente vivia se falando, fazendo juras e dizendo amores. Vivíamos abraçados e do resto nada importava, ela era a pessoa perfeita. [...] O sorriso dela era lindo e enorme, podia fazer qualquer pessoa que estivesse triste sorrir, porque era cativante e eu por um instante estive dentro deles. E vivia falando isso pra ela, provocando na verdade, que eu queria mesmo era estar não do lado de fora do sorriso, mas sim do lado de dentro. Sem falar nos olhos, aqueles olhos viviam me pregando peças e até hoje eu não decidi de que cor eles eram.

# 02

14 de dez de 2011
Pois bem amigos, eu sou um vírus. Um risco a está estabilidade, a está acomodação, sou primogênito, nascido de revoluções e períodos históricos conturbados e isso me torna perigoso. Eu sou um pouco de cada um de vocês.

# 01

13 de dez de 2011
[...] nunca estaremos felizes enquanto nos restar assuntos mal resolvidos e opções de manter-se na dúvida. Somos acima de tudo o que buscamos. Sair disso é perturbar a ordem vigente.

Salas

12 de dez de 2011
Somos as pessoas que conhecemos, que falamos, que andamos, somos eu, somos você, somos nós, somos os caminhos, os olhares, os carinhos, os desastres, somos uma sala num mundo de salas, onde cada sala é algo que você viveu, sentiu, chorou, sofreu, é alguém que você conheceu, ajudou, enlouqueceu, amou, é aquilo que você aprendeu e ensinou, é aquilo que você deixou-se levar e aquilo que você escolheu. Somos eu, você, nós. Somos Um. Somos todos. Somos um pouco de tudo aquilo que já vivemos... Somos todos amigos de si e de todos.

Navegador

11 de dez de 2011
Sou um navegador,
não obstante um poeta e
e que agora está perdido
por no passado ter tido pressa.

Não há mar ou dor
que me faça parar
e quanto maior a tempestade
mais é a vontade de enfrentar.

No comando do leme
tomo as decisões
de proa a popa
armado de arpões.

A boca breve

10 de dez de 2011
Lábios esses seus tão meus que me sufocam, me tiram o ar e me predem entre mordidas. Carnudos, repletos de desejos. Escorregando pelo meu corpo, abafando súplicas, trancando suspiros, libertando gemidos. Quentes e ligeiros me domam, buscando pontos fracos meus, que nem tinha conhecimento.

Imparcial

9 de dez de 2011
Eis me aqui a admirar-te,
debilito-me a observar-te.
De súbito, figuro-me,
transformo-me em partes.

Flagelo-me por não tocar-te.
Desejo-lhe sem poder possuí-la,
iro-me a imparcialidade
de não poder despi-la.

A tocar-te nua em pelo
tanto é o zelo
que desfaço-me
como devaneio.

E esconder-me-ei em ti.
Sem temer ao agir
de pequenos versos declarar-te
e um gemido seu arrancar-te.

Poker não?

5 de dez de 2011
Você é aquela mão de poker, aquela que você não tem absolutamente nada e espera que a sorte vire o jogo. Você espera que as cartas da mesa e, pode ser, na mesa da cozinha, na pia do banheiro, no tapete da sala, na cama, na escada ou que o banco do carro, ou qualquer um desses, ou outros lugares mudem a sua sorte. Você sabe que não vale a pena, mas vai arriscar, vai querer se aventurar porque não se perde uma mão assim sem arriscar um blefe, você não pode simplesmente fugir da raia.
Você aposta e o flop é posto. O jogo vira, turn, o suspiro sopra, o suor escorre, river, a garganta seca, os muscúlos se contraem, all-in, os gemidos se sufocam e foi a melhor partida da sua vida.

Ps. Flop, turn, river e all-in são movimentos do jogo. 

Ideia não amadurecida

2 de dez de 2011
Você é uma ideia não amadurecida.
O fruto de um desejo proibido.
É coração livre como percevejo.
A forma perfeita de atacar meu libido.

A carne fica enfraquecida
diante de tanta ousadia.
Como música usando melodia
a sua voz sussurrando vem me dar bom dia.

E passsa à alma a tortura carnal,
o desejo corroendo por dentro,
fazendo dos seus contornos
a arma mais letal.

Frustrando todos os sentidos
a essa altura já não sei se faz bem
                    [... ou se faz mal.
O que na verdade não importa,
desde que entre no meu quarto
                    [...e ouse celar a porta.

Aumento da Indiferença

Olha o aumento!
60%
Medíocres imundos.
Deixam a população na miséria,
passando fome.
Sem ter a quem recorrer,
agora vamos inverter,
vocês ficam com o mínimo
esse valor tão extraordinário
que vocês dizem se chamar: Salário.
Seus políticos safados
andando de carro importado
com o ar-condicionado ligado.
Nós, pobres iscas marinhas
andando enlatados
em um transporte público
que vive lotado.
Abarrotado. Sufocante.
Irreal. Abandonado. Banal.
Ficamos de lado.

Chuva

29 de nov de 2011
Hoje era dia de chuva.
Chuva boa de ficar debaixo dela,
de beijar, amar, sorrir,
esperar e tentar se esconder.
Hoje era dia de chuva.
Chuva boa de cair no colo
de quem almeja lavar a saudade
esquecer e deixar a água levar
toda a maldade, a melancolia
e o desespero do dia-a-dia.
Pra quem quer paz na sinfonia
da orquestra das nuvens
regida pelo maestro céu.
Hoje era dia de chuva.
Chuva boa

Homem mente

23 de nov de 2011
Honestamente
Fingidamente
Figurativamente
Eternamente
Homem Mente
Mente pra si quando está apaixonado.
Mente pra todos quando está amando.
Mente pra Ela, porque não quer
e mente pra si, porque sabe que está mentindo.
Quando resolve dizer a verdade
tudo que era inteiro, vira metade
e descobre que cara-metade
faz parte, e sim, de outra realidade.
Porque homem quando mente, mente calado,
Porque quando cala, cala sorrindo
E quando sorri, Sorri mentindo.
E mais se ainda resta defender
essa meia verdade que não consegue dizer.
Se sorri mentindo é porque não
[...dá mais pra esconder.

Fazer amor

Hoje eu acordei excitado,
com aquela vontade louca
de te jogar na cama
e arrancar toda tua roupa.

Pelo teu corpo moreno passear.
Por cima, por baixo.
Brincar de gato e rato
e com um beijo te pegar.

Atrair-te para a armadilha em meus braços.
Prender-te de súbito,
nesse frenesi maluco
das nossas pernas em laço.

Em você vida colocar.
Arrancar-te a força do mundo comum.
Do teu pulmão todo ar sugar
no momento em que somos apenas um.

Da raiz

10 de nov de 2011
Mano, hoje tem que ter raiz
não sou rico e nem pobre,
mas a minha parte sei que fiz
e continuo fazendo.
A arte está aí, nunca desistir.
não engulo o que a TV vomita,
nem me iludo com noticia mal dita.
Só quem pode falar a verdade
é quem tá lá, vivendo o drama.
Se não entende, presta atenção
só assim você vai entender as fita.
A hipocrisia vive do lado de fora
e pouco se importa com a nossa vida
e quem controla tudo não quer mudança,
mas o povo é forte
e aos poucos vai acordando
só não pode deixar morrer a esperança.
Porque tá ligado
informação não é mais luxo
em qualquer lugar você vê o fluxo.
Isso aqui não é a busca da perfeição,
é só um grito,
de um povo que quer menos desigualdade
e mais educação.
Quer salário de verdade
e não piedade pra pão.

Carta ao Capitalismo

26 de out de 2011
Sistema capitalista,
você que nasceu da discórdia de homens e foi abençoado por cleros,  percebeu que foi impertinente e que usou tudo o que podia até quase esgotar todos os recursos para se manter, se vê sem saber o que fazer e de mão atadas, é com você mesmo que falo, que destruiu famílias - ou pelo menos a ideia do que era isso -, que matou homens, mulheres e crianças, que forjou golpes e guerras, privatizou os direitos da população, queimou tudo o que estava ao seu redor por dinheiro, que nada vale, pois ele não consegue comprar a dignidade e nem será suficiente para calar nações. O seu dinheiro de nada mais serve, e você se está pensando que pode nos ameaçar está errado, porque você precisa de pessoas para explorar para que essa diferença continue. Sua coercividade está sendo invadida, o mundo não é mais aquilo que vocês querem que ele seja. Por todos os lugares implodem revoltas e pessoas descontentes com o que sua gestão veio fazendo até então. Já não agrada o mundo esquecer-se de problemas que podem dizimar a raça humana e muito menos ficarem inertes quanto a situação da saúde e da educação, vocês até tentaram emburricar todo o planeta, mas a crítica é natural, é uma característica que não pode ser roubada e devido a isso, surgem pontos de resistência, que podem estar aí, do lado da sua casa senhor capital, pode ser seu vizinho, motorista, jardineiro, cozinheira. Eles estão em todos os lugares e a melhor arma tática que existe, são imperceptíveis na sociedade que fez questão de fingir que eles não existem, são imprevisíveis, são tudo o que vocês temem, são o povo, a maioria.
Represento, ironicamente, essa pequena parcela, o povo. E por eles assino essa pequena carta, mas de valor intangível, dizendo de uma maneira simples o que o futuro guarda para você: Sistema você vai cair.
Pode não ser hoje, nem amanhã, talvez eu nem viva para ver isso, mas se fosse te dar um conselho diria para você fazer suas malas, pois a sua batata está assando.

Resenha: Starbucked, Taylor Clark

16 de ago de 2011
A Febre Starbucks - Taylor Clark

O livro em si relata um reinado, como a empresa mais rica de expressos se ergueu vendendo apenas café e latte. 


A história foi dividida em duas partes a primeira trata da ascensão do reinado, o ponto de vista do autor torna a empreitada em uma aventura, algo realmente digno da realeza, mostrando todos os envolvidos desde a primeira xícara de expresso. A segunda, por sua vez, é totalmente contrária e faz o leitor pensar em quão ético é tomar o café de luxo oferecido pela Starbucks. 

Esse ponto de vista comparativo é sempre usado em relatos, quando a história ronda em torno de grandes varejistas, principalmente as que atuam no ramo dos alimentícios, como o Mcdonald’s e a Coca-cola ou no ramo de hipermercados como a gigante Wal-mart. 

A história começa relatando o contexto social em que a Starbucks surgiu, quando os conglomerados do café se importavam apenas com os lucros e o café era deplorável. Conta a origem do nome, das medidas e o porquê de usarem uma sereia em seu logotipo. Acompanhando a história o livro é recheado de conceitos administrativos relacionados à sua expansão e dominação do mercado até sua fixação no cenário mundial como maior varejista do ramo.

A segunda parte conta a relação da Starbucks com seus funcionários, fornecedores e concorrentes. O autor busca principalmente despertar no leitor a pérola da dúvida. Fazendo ele se auto questionar no balcão da Starbucks se comprar o café é a melhor forma de sentir prazer ao consumir a cafeína. Trata o direitos dos funcionários, o mal pagamento do fornecedores e principalmente a estratégia que esmaga os concorrentes, aí principalmente, dá para perceber uma indignação do autor. 

O livro traz um debate, um pouco, paralelo a tudo esses questionamentos, principalmente relacionado à substância que causa a dependência na bebida, a cafeína. E porque ela é tão apreciada no mundo e como depois da nicotina se tornou uma das grandes drogas legais ainda existentes.

O autor encerra o livro tratando a empresa como uma grande locomotiva sem freio, que pode se expandir continuadamente sem ser interrompida e no que isso afetará a sociedade. A verdade é que o livro trata do amor e devoção que a Starbucks tem de seus clientes e como independente de qualquer ação, sua ou de qualquer outra pessoa, uma vidraça quebrada jamais poderá deter o poder que a corporação possui.

É importante?

7 de jul de 2011
Qual a vantagem de ser inteligente? Não ser ignorante não é uma vantagem, não pelo menos, do meu ponto de vista.

Se você é ignorante, logo você ignora tudo. Foda-se o mundo, o país, a política a merda da ONU, enfim vai tudo pro espaço, porque você tem mais o que fazer. O que? Não interessa, mas tem. Agora se você não é ignorante você remói todas essas coisas e fica bolando utopias pra salvar a porcaria da humanidade - que no fundo não vale a pena ser salva. Sobra moedor até pra sentimentos, angustias e medos. Não que o ignorante não tenha isso, mas que valor ele dá? Agora vai lá ser o fodão, o inteligente, se fodeu, até o sofrimento pra você é maior. 

E digo mais, ser inteligente não torna você melhor, então não ache que você é mais bonito por rebaixar alguém. No fim, a moral da história é que não existe moral alguma. Sendo ignorante ou inteligente, você não pode salvar o mundo e também não pode salvar a si próprio da hipocrisia.

Liberte-se

1 de jul de 2011
Quando digo liberte-se, quero que entendam que engolir o que já está mastigado é ser escravo dos outros, é abrir mão do direito puro de opinião e defender um ponto de vista de alguém que já é livre.
O que mais vejo nesse Tumblr, falando em termos gerais, são pessoas que perderam a esperança e deixaram de lutar, quem abandona a vida ou deseja piamente que isso aconteça. Pessoas que se sentem sozinhas e o pior, talvez sejam as pessoas que acham que a vida perfeita é uma fantasia. Agora, pessoas de pouca fé, respondam-me:

Como você vai recuperar a esperança se fica aqui chorando suas mazelas, se fazendo de coitadinho(a)? Se não se arrisca por medo?
Como vai voltar a ser feliz se não ama a vida e luta por ela? Não me venham dizer que estão cansados, seus bastardos!
E como vão ter amigos se só sabem conversar com quem está longe de você? Só porque as pessoas têm a tendência de te magoarem? Não brinca!

Resenha: Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley

20 de jun de 2011
 “é o segredo da felicidade e da virtude: amar o que se é obrigado a fazer. Tal é a finalidade de todo condicionamento: fazer as pessoas amarem o destino social a que não podem escapar”.
Podia terminar a resenha agora, essa frase resume o livro, porém não trata do verdadeiro sentido de Huxley ter o escrito. O contexto social é perplexo, estamos no período entre guerras (1931), onde os avanços tecnológicos proporcionados pelos equipamentos militares condicionam as pessoas a um auto-encarceramento privado, tornaram-nas escravas da tecnologia e da comodidade, e como, nesse período a busca pela felicidade é intensa e o medo de uma Segunda Guerra é inevitável, ele criou em seu livro uma pseudo-sociedade dividida em castas do Alfas-mais-mais ao Ípsilons-Menos, onde cada um desde o seu nascimento já sabe qual é o papel que desenvolverá na sociedade. 

Nascimento não é o termo correto, uma vez que as crianças não nascem e sim são decantadas, criadas em bocais (ambiente líquido em que a criança se desenvolve), logo após a formação completa elas passam a serem estimuladas a sentirem prazer, e para diminuir as chances de crimes passionais eles são condicionados por hipnopedia, ensino durante o sono, na verdade, repetição maçante de frases que futuramente usarão para definir algo dentro da sociedade, como “cada um pertence a todos” quando estiverem querendo exclusividade em um relacionamento ou “mais vale acabar que consertar” no momento de substituir algo velho e por meio disso a sociedade alcança sua tão desejada felicidade, mas a que preço?

Para tal felicidade o Estado só cobra a liberdade e o pensamento livre. Para contornar qualquer tipo de atentado contra os seus pilares “Comunidade, Identidade, Estabilidade”, inventaram uma droga capaz de propiciar uma fuga da realidade, o Soma que é utilizado continuamente no livro toda vez que alguém acha que não pode lidar com frustrações ou com seus próprios pensamentos. A fé perdeu seu papel e como não existem nascimentos, não existe a dependência e a exclusividade entre pais e filhos. Todo o mecanismo é eximiamente eficaz e mantêm a sociedade nos parâmetros da pseudo-felicidade. 

Outro ponto do livro é o continuo embate entre Anarquismo contra o Estado e Capitalismo contra o Socialismo e vice-versa, alguns dos personagens principais e outros não t;ao principais assim possuem nomes e sobrenomes iguais ou que fazem alusão ao dos principais militantes da época como: Bernard Marx, Lenina Crowne, Polly Trotsky, Sorojini Engels, Hebert Bakunin etc. Acredito eu que isso não foi mera coincidência.

O livro é indicado para quem quer se aventurar no universo da liberdade, o prazer por pensar por si só, existem poucas perguntas respondidas no livro, exigindo do leitor uma grande reflexão quanto ao que acontece na história, fazendo-o se questionar o quanto é ético e moral toda a história, posto no contexto em que acontece.
Não é muito difícil descobrir a nacionalidade do escritor, uma vez que, compulsivamente durante o livro cita Shakespeare em quase todos os capítulos.

Em meio de tantas citações vou citar outra que definiria o livro para encerrar a resenha.
“A família, monogamia, o romantismo. Em toda parte o sentimento de exclusividade, em toda parte a concentração do interesse, uma estreita canalização dos impulsos e da energia. – Mas cada um pertence a todos”.
E é isso ai, Boa leitura.

Na falta de uma descrição

25 de mai de 2011
De todas as qualidades sou também os defeitos.
E mesmo assim me aceito.
Porque de imediato não posso mudar
e se tem algo a dizer é melhor falar.
Não é porque você quer que vou te tolerar
e odeio rimar com ar.
Porque ar é o que respiro.
E respirar é estar vivo,
vivo em sim, cientificamente falando,
mas a ciência do viver é inconsciente.
Só me sinto mesmo vivo ao escrever.
Porque pra mim ai está
na história, nas histórias,
nas minhas histórias
o viver e o morrer.
Histórias são fatos.
E uma história não escrita
é só um boato.

Menina, minha menina

23 de mai de 2011
Amo quando seus cabelos se espalham pelo meu travesseiro e você fica me olhando esperando que eu diga algo, faça algo, mas não faço e nem digo, fico parado olhando e pensando no quão importante você é pra mim. 
Ah! Esse amor que ainda me surpreende, às vezes quando o fim parece ser a única opção e o medo bate a porta fazendo seu interrogatório como se fossemos marginais, perguntando o porquê de toda essa situação? Inundando-nos de dúvidas e incertezas. O amor é um ângulo agudo e seu complemento é o medo. Medo de que a sensação de vazio retorne que não tenha ninguém esperando ou de que a pessoa que não tem obrigação de te ouvir quando seu mundo está um caos se vá. 
As pessoas no geral demoram um tempo para perceber o quanto a pessoa que amamos é importante. Hoje, mais do que nunca, eu sei o quanto você é importante e o valor de cada coisa que sacrificou para ficar ao meu lado, de como às vezes fui egoísta e deixei você esperando por algo que não fiz, das vezes que não falei o que realmente estava acontecendo, de como ultrapassei os limites sendo levado por desejos, mesmo sabendo que tudo que eu precisava estava diante dos meus olhos, e sempre esteve.
Digo, sinto muito. Mas o amor também é uma constante mudança, “ele está sempre se pondo” e nunca é tarde demais para mudar. Agradeço por ter você do meu lado, e por às vezes só você me entender. E mesmo em conflito e escrevendo uma série de repetições aqui, escrever é a melhor forma que tenho pra dizer que te amo.

Resenha: O vendedor de Armas, Hugh Laurie

20 de mai de 2011

Por um mundo melhor

Com senso de humor super aguçado Thomas Lang enfrenta uma série de situações onde seu monólogo interno narra toda a história. Muitas dessas situações, às vezes são mais cômicas do que tragédias, mesmo quando a bala come solta e algumas pessoas morrem.
O vendedor de armas é algo que parece ser, mas na verdade não é. Nada de heróis, Lang não pode ser considerado um pelo menos, afinal ele não tem super poderes, e nem símbolos que aparecem no céu ou telefones vermelhos que tocam, o que não o afasta da capacidade de fazer você se divertir durante a leitura. Nada de mulheres perigosas também como diz a sinopse, muito mais confusão e carência do que qualquer outra coisa.
Mais do que ver o personagem encrencado é vê-lo pensando durante toda a trama, ele é intrigante, é como ver o Dr. House tentando dar um diagnóstico. A velocidade de seu pensamento é suprema e tudo isso se dá ao fato de ele ser na verdade um excelente observador, que lê facilmente as pessoas e tem respostas prontas para perguntas que nem sequer as pessoas pensaram em fazer.
Hugh acertou no estilo e no tema, a sociedade é um circulo vicioso e não adianta aparecerem pessoas que queiram fazer a diferença, um lado da moeda sempre arrecadará mais lucros do que o outro, independente do que as pessoas fizerem. Quem realmente lucra pouco se importa com os resultados de suas ações, deixando a sociedade simplesmente de lado.
O vendedor de armas, mais do que um livro, é uma lição – além de ser um manual de táticas militares e autodefesa – onde o leitor futuramente, na vida real, poderá escolher entre ser a pessoa que luta a que deixa de lutar ou a que nem quer saber de dar as caras em um confronto.

Manual

13 de mai de 2011
Ei! devagar!
Não fica com medo,
assim você não aproveita,
eu não aproveito.
Vai com calma.
Por que a pressa?
Curte o momento,
aperta, abraça e puxa o cabelo.
Morde.
Calma, respira.
Sobe, desce a mão.
Não abre nem fecha demais
deixa encaixar sozinho,
deixa sintonizar.
Fecha os olhos,
mas não para,
continua a me beijar.

Mãe sinônimo de amor

8 de mai de 2011
Mãe é amor dor e carinho.
A espera, a ansiedade
é  flor sem espinho
é amiga sem maldade.

Mãe é companhia pra toda hora,
refugio para chorar
abraço sem demora,
amor sem ter que pagar.

Mãe não desiste
mesmo quando o filho indecente agride
o seu supremo amor
pensando que já é grande o suficiente.

Mãe é mãe e não importa a origem.
Humano ou animal,
adotado ou primogênito
a cria defende até o final

Porque mãe é amor,
amor infinito.
E de sangue e suor
faz para seu filho o melhor.

Me dá seu endereço?

27 de abr de 2011
Com o advento da internet, antigos meios de comunicação foram esquecidos, abandonados e hoje é quase um crime.
O que há de errado em pedir o endereço de alguém? As pessoas acham que vão ser sequestradas, irão ter a casa invadida ou talvez apenas serem vigiadas. O que aconteceu com a confiança?Que o mundo é perigoso todo mundo sabe, que não devemos falar com estranhos também. Quem garante que a pessoa que está do outro lado da tela é ela mesma e não outra pessoa. Que merda tá confuso isso, enfim, o mundo tá uma merda.
Apesar de tudo estar avançando a velocidade da luz, os velhos modos são sempre uma novidade pra quem está acostumado com o mundo atual. Receber uma carta, é receber um presente em folha. É uma vida escrita, é sentimento e é real.
Emails são legais, mas cartas são mais interessantes. Elas trazem todo um caminho, todo um processo algo mais humano. Sente o clima:

Email
Você senta. Liga (agride) o computador com o pé. Digita a senha de login. Espera minutos (horas) até todos os programas (infinitamente desnecessários) iniciarem. Conecta na internet (se não for o clássico gato caseiro pra dividir a internet com os vizinhos e pagar 1/10 da conta). Aí você abre o navegador (mais três dias). Acessa Orkut, Twitter, Tumblr, Facebook, Formspring, vê os mais vistos do Youtube e esquece o por que ligou o computador. Duas horas depois de ficar vendo vídeos você resolve verificar os emails. Ai abre o Email que já tem a senha salva (se não for o Hotmail, porque essa merda não salva a senha). Se empolga com os milhares de emails de compra coletiva (claro porque isso é muito útil), depois com as correntes e por último aqueles da sua (mesma) amiga que encaminha todos os email que recebe de crianças ou animais desaparecidos. Decide mudar essa atitude e clica em Nova (pronto, vou escrever pra alguém). Digita a mensagem, cola algumas citações, trechos de músicas, confere a escrita com o corretor ortográfico (F7). Coloca o email do destinatário. Coloca com cópia pra você mesmo pra ter certeza de que vai chegar. Clica em enviar. Espera ansiosamente que apareça a frase "sua mensagem foi enviada com sucesso", aí volta a fazer as mesmas coisas sem noção, ou corre no twitter e digita "acabei de mandar um email para @fulano". Ai fica feliz por usar a tecnologia e espera a resposta por alguns dias (afinal a tecnologia é rápida, mas nem todo mundo aprendeu a usar o email ainda, ou não entende que é RSVP instantâneo).

Carta.
Você tá no computador (sim essa geração num serve pra nada 1/3 da vida dormindo os outros 2/3 na frente do PC), aquele tédio resolve voltar anos luz no passado e escrever uma carta. Pega a folha de sulfite, gruda ela com durex em uma folha de almaço (alguém ainda lembra pra quê que serve?) porque você não consegue escrever sem linha. Começa a escrever, erra, joga fora. Começa a escreve, erra, joga fora. Para. Se concentra. Começa de novo, fazendo aquela letra impecável. Escreve duas linhas, acaba o assunto. Caralho (sim essa geração também xinga o ar). Fica se remoendo achando algo pra contar, ai conta do cachorro, gato, papagaio, da sua família, do ex-emprego etc. Ai começa a perguntar da vida da pessoa que você já sabe como é, mas pergunta pra dar uma folha pelo menos, mas já tá de saco cheio porque escrever cansa e para de escrever. Levanta. Vai tomar um suco, falar com as pessoas da casa (porque isso também é um evento), usa o banheiro, se espreguiça, alonga, senta derruba a caneta e fala: Fodeu! Pensa com você mesmo: Ah Mano! Essa merda não vai mais funcionar (sim, caneta barata tec-tec caí no chão e pronto a tinta desaparece), fica massageando a caneta até voltar a funcionar, pra sua surpresa, ela não volta, você troca de caneta - você estava escrevendo de azul e pega outra caneta azul, mas a cor da tinta é diferente. Caralho eles não podiam usar a mesma tinta azul em todas as canetas - e volta a escrever. Não lembra onde parou e volta lembrando-se de algo muito antigo que já passou com a pessoa. Quase terminando a carta você erra, faz de tudo pra transformar um "p" em "d" ou um "e" em "b". Termina a carta, cansado. Lembra que o correio fecha as 16h00min e vai procurar um envelope. Merda! não tem envelope. Corre no bazar. Compra um envelope. Corre para o correio. Chega lá e não lembra em que lado vai remetente e em que lado vai destinatário, fica procurando aquele tutorial que fica preso na caixa do correio. Descobre preenche a carta com uma caneta de tinta preta que fica pendurada em uma corrente, porque brasileiro é malandro e nada pode ficar bobeando por aí, nem uma caneta, cola a carta com a cola do correio que é uma briga abrir, porque algum Filho da Puta colou a tampa, escreve Carta Social embaixo da área onde ficaria o selo e reza pra carta não passar de 10gr (Carta Social é até 10gr, e acreditem tinta pesa pra caralho). Ai você entrega todo o esforço, o suor para a mulher do caixa e pronto. Fica angustiado sem saber se vai chegar. Com sorte, três dias depois ela chega se for à mesma capital, ai assim que ela chega, 10 minutos depois a pessoa te liga dizendo que te ama e que sabia que você não tinha esquecido-se dela. Assim, você dorme feliz.

Fatos a ser analisados:

A gente perde o assunto em carta, mas não perde no email.
A carta demora mais tempo pra chegar, o email é instantâneo.
A carta é respondida instantaneamente, o email quando a pessoa tem tempo.
A carta surpreende, o email... Bem. Não.

O Escrever

16 de abr de 2011
Já não tenho mais
aquela infantilidade inútil,
de em versos viajar.
Escalei em cinza
o colorido da imaginação.
Tomei o controle da caneta na mão.
O escrever hoje é penoso
e a muito perdeu o de mais majestoso,
a simplicidade de ser natural.
Tenho que me preocupar
o mundo não é mais o mesmo lugar.
Loucamente grita por socorro
e apressado desenvolvo.
Porque tenho que ajudar.
Pois o mundo, minha casa,
é um lugar que preciso salvar.

Um brado de coragem.

9 de abr de 2011
Olá caros amigos,
é com um enorme pesar que venho até aqui. Há muito tempo que não publico nada, e esta não será a última vez.

Essa semana o Brasil acordou mais triste e junto com ele, minha - nossa - São Paulo também. Nos prédios símbolos dessa cidade, eu vi bandeiras a meio mastro, repousadas e inertes perante o vento, como se estivessem com a cabeça baixa, com vergonha de não poderem ostentar a responsabilidade de serem bandeiras. Envergonhadas com o que vem acontecendo, as bandeiras, permitiram-se desbotarem.

Dark

14 de mar de 2011
[Texto extraído do Livro Negro, talvez entendam porque algo que se é escrito ali, nunca deve chegar ao olhar público]

Queria que decidir minha vida fosse tão fácil quanto escrever algumas palavras.
Tenho muita saudade dos grandes amigos, talvez da família e de longas conversas. As vezes me sinto só, mas não só por estar só, mas só por se sentir só mesmo quando se está rodeado de gente.

Só uma vida

5 de fev de 2011
É algo que eu tenho.
Se tenho é porque posso perder,
se perco é porque era minha,
se era minha é porque conquistei,
se conquistei é porque lutei,
se lutei é porque sofri,
se sofri é porque amava,
Se amo é porque faz parte de mim.
Se faz parte de mim, é porque é vivo
se é vivo e faz parte de mim,
mas não é a minha vida:
Só pode ser você.
Se é você e eu amo,
mas do que amar é prometer
que se tenho não vou perder
e se me perder,
em você hei de me encontrar.
Sem ter que me preocupar
e nunca mais ficar em cima do muro
com dúvidas, porque em você vi
meu passado, presente e futuro.

Loves in the air

1 de fev de 2011

Depois de uma intensa ventania, raios e furacões. Toda a tormenta passou e o viajante encontrou o seu caminho, o farol para navegadores perdidos.

Sorrir

18 de jan de 2011
Rir, sorrir sem medo, rir
com dor, rir, sorrir por amor.
Com amor, acreditar e rir,
rir porque a vida é sonhar.

Ao próximo um abraço apertado,
diferenças deixadas de lado.
Um grão de esperança,
uma colheita de perseverança.

Superar a dor, sorrir.
Rir porque venceu, sonhar,
voltar a sorrir
antes de para casa ir.

Sorrir, por ser criança
que não pode se entristecer.
por cair depois de se levantar
e mesmo assim continuar a dançar.

rir, por viver, agradecer.
Porque a vida e assim
essa luta sem fim,
no instinto de sobreviver.
 
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