Loves in the air | Bang Bang Escrevi

Loves in the air

1 de fev de 2011

Depois de uma intensa ventania, raios e furacões. Toda a tormenta passou e o viajante encontrou o seu caminho, o farol para navegadores perdidos.

É incomum, controverso, como a cor dos olhos é o espelho da alma, depois daqueles olhos, acredito que a alma pode ser de qualquer cor, mas aquela cor era a da alma dela, ninguém mais pode possuir e ninguém além de mim à conhece. Não tão profundamente, tão transparente, tão frágil. A menina e a mulher que se escondem atrás daquele nascer do sol em íris de uma manhã de domingo.
A dona dos olhos, menina - mulher - que me conforta no caos, que me protege, as vezes de mim mesmo, e me motiva quando tudo parecia perdido é a mesma mulher - menina - em que eu faço carinho nos cabelos, que abraço apertado e à beijo calorosamente os lábios. Se pudesse dizer de outra forma, senão essa tão clichê, diria que sarou o que não havia cicatrizado em mim, me completou, somou um com um e formou dois, juntou o falar e ouvir e ainda mais importante, cortou a tênue linha entre o entender e o compreender.
Ah! Essa menina que ainda tem brilho nos olhos e saudade da infância.
Ah! Essa mulher que ainda é cheia de mistérios e enigmas, dos quais, pretendo desvendar, todos. Há em mim, à esperança de um homem, que anseia realizar todos os desejos dessa mulher.

À Sara, essa menina, mulher e namorada.
Uma vida é o tempo que tenho pra gastar com você.

"E eu não sei se estou sendo bobo
Não sei se estou sendo sábio
Mas é algo que devo acreditar
E está lá, quando olho em seus olhos"
(Loves in the Air - John Paul Young)
Victor Candiani

Uma pessoa que gasta muito tempo com livros, filmes e séries.

Comentários
1 Comentários
Um comentário:
  1. O quanto fico feliz quando leio algo assim é impossivel de descrever!
    Eu te amo mto, pra vida inteira meu Poeta ♥

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