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Corpo-a-corpo

7 de dez de 2012
Fico aqui imaginando, enquanto não pego no sono, e provavelmente por causa dessa imaginação nem seja arrastado por ele.
Crio situações com você que te deixaria com vergonha. Mas por outro lado, louca. Imagino uma rapidinha quando você chegar, antes que eu tome banho. E que durante o banho o desejo retorne e quando sair role uma mais longa com você me pegando de súbito quando entrar no quarto só de toalha.
Te acompanhar ao céu, fazendo amor/sexo, fodendo com você - desculpe baby, mas essa é a palavra certa - loucamente. Por cima, por baixo, de lado, de quatro. Puxando seu cabelo, mordendo sua orelha e dizendo que adoro foder você. Te dar uns tapas, porque você tem sido uma menina muito má. Colocar meus dedos na sua boca. Te prender. Masturbar você até que não aguente mais e te foder novamente. Te chupar por inteira. Seus seios, principalmente, já que tanto te dá prazer. E encharcar (sua buceta) você de tanto tesão.
E depois no meio da noite ir ao banheiro e voltar na ponta do pé pra ficar admirando esse seu corpo moreno semicoberto na minha cama, com todos os defeitos e qualidades que possui. E pensar sombriamente com todo meu ego que tudo aquilo é meu, que você é minha, que te possuo.
Eterno e por um fio. Hã?
E voltar a entrar debaixo das cobertas e te acordar com carícias para mais uma sessão de lambidas, mordidas e sucções e te deixar dormir depois, se conseguir. Se e somente se.
Esperando que de manhã você retribua me despertando com um boquete matinal cheio de segundas intenções de entrar em um frenesi maluco de corpos e foder como dois animais com a luz dos primeiros raios de sol.
Mas freio minha imaginação por lembrar que meu apetite sexual te irrita. 

Victor Candiani

Uma pessoa que gasta muito tempo com livros, filmes e séries.

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