Crítica | O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos | Bang Bang Escrevi

Crítica | O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

27 de dez de 2014
I see fire... Essa foi a frase que a minha namorada mais ouviu nos últimos meses, a música de encerramento de O Hobbit: A Desolação de Smaug, sim a expectativa era enorme para A Batalha dos Cinco Exércitos. Ainda mais por que acabei lendo o livro entre um e outro. Então já sabe né? Entrei na sala do cinema com a sensação de Puta-que-o-pariu o que será que mudaram? E também, já alguns meses venho desconfiando que o Hobbit acabaria exatamente onde a trilogia de O Senhor dos Anéis começa. Oh Lord Peter Jackson, confiamos em você.

Quanto ao filme, seu design e etc. não existe muito para se falar, afinal é uma continuação então eles mantiveram o nível dos filmes anteriores, e como já ficou tarde para o Oscar, talvez na edição de 2016 encontraremos O Hobbit em duas ou três categorias.

A Batalha dos Cinco Exércitos é a consagração da cobiça do Thorin e a volta a humildade. O Hobbit, tem um quê muito forte do simbolismo da amizade e do quanto ela pode ajudar a superar barreiras, e todo esse paralelo é traçado em cima da dualidade do pequeno Bilbo, que tem o coração de um corajoso Hobbit, amistoso e fiel, mas que também guarda um segredo obscuro. Em si, essa "lição de moral", vamos chamar assim, que o Bilbo dá em Thorin, é daquele tipo que você encontra em histórias que tem algo a ensinar, que você quer mostrar para seus filhos, para que eles tenham algo para se inspirarem.

O meu maior temor em relação ao filme é que a morte do Smaug fosse algo banal, por que no livro, aff! Nem vale a pena. E aqui o primeiro ponto do Peter Jackson, em seguida vemos um belo balé de elfos em frente aos portões de Erebor, Orcs de tudo quanto é lado, guerras e tudo o que esperávamos, até o momento em que o Bilbo fica desacordado e aí meu amigo, é invenção pura. que completou uma bela lacuna na história, que nos leva diretamente para O Senhor dos Anéis, sim, outro ponto, a Saga do Anel agora conta com 6 filmes.

Aprovo todas as mudanças, a Tauriel, o Legolas e afins, ponto mais que positivo para a versão demônio da Galadriel (medo), ninguém esperava aquilo. O filme é tão emocionante, que parece curto, acontece um milhão de coisas, rapidamente, e puff! Ele acaba. Na foto abaixo é possível ver a divisão da história em relação ao livro, respectivamente de cima para baixo, primeiro, segundo e terceiro filme.

O melhor de tudo é que o nosso querido Peter, chamou um amigo das antigas para cantar a música tema dos créditos, Billy Boyd.

E assim termino a resenha, Lá e De Volta Outra Vez.

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Victor Candiani

Uma pessoa que gasta muito tempo com livros, filmes e séries.

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