Crítica | 3ª Temporada de Arrow | Bang Bang Escrevi

Crítica | 3ª Temporada de Arrow

18 de mai de 2015
É irmãos... Acabou, tão assim T.T ... Emocionante.

Diferente das temporadas anteriores, esse deu uma guinada no seriado, estávamos cansados do lenga-lenga que tomou conta da série, dos dramas do Oliver. Essa temporada aprofundou o personagem do arqueiro, transformou em uma máquina de traições, derrubou-o, massacrou-o e ascendeu-o. My Name is Oliver Queen, é o ápice da história e o season finale, perfeito para uma série que expandiu os horizontes.

Confesso que tive receios, quando a série começou a inventar de criar diversos super-heróis, porque ia acabar perdendo o objetivo, porém, essa foi a sua salvação, porque os demais personagens resgatavam na série aquilo que o Oliver nunca foi capaz de transmitir, como comédia por exemplo, Ray Palmer é excelente nisso. Esse tipo de abordagem, desafogou o cansaço da trama do Oliver, da construção do personagem, porque parando para a analisar, o pedaço que ocorre na China, onde introduzem Maseo e Tatsu Yamashiro, ainda faz parte do segundo ano de cinco, do Oliver "supostamente morto".
Esse "sossego" na trama serviu de alavanca para os crossovers com o Flash, que injetaram mais humor na série, quando em Arrow, e mais drama, quando em Flash. E foi engraçado a participação do Flash, que foi, literalmente um flash, diferente da do Arrow, no penúltimo episódio de Flash, que foi top, pra não revelar spoilers. Essa jogada de Marketing, deu fantasticamente certa, pra quem gosta das duas séries e as acompanha, fica extasiado em momentos assim.

Mas voltando a falar da série, o season finale, trouxe consigo, toda a carga de um encerramento e de uma expansão para diversos personagens, temos o Roy sumido - eu voto, pelo retorno como Asa Noturna -, a Thea, encarando um uniforme, o Diggle com destino incerto - dizem as más línguas, que ele pode ser o Lanterna Verde -, e outros tantos personagem, que vou poupar os detalhes. Essa gama de identidades, possibilitou para a DC e a Warner um Crossover infinito, a série Legends of Tomorrow, que vai juntar personagens dos dois seriados.

E claro, não posso deixar de lado a estrela dessa temporada Ra's Al Ghul e Malcolm Merlyn, sensacional, trouxe o melhor e o pior do Oliver para tela, com isso, deu pra entender porque o Ra's queria destruir Gotham no filme do Batman, ou quase isso. E aquela frase do Malcon de "Isso é completamente frio e cruel... Eu Aprovo!" Foi certa, no momento certo. Além é claro de introduzir outro vilão Damien Dahrk, que - depois de uma pesquisa -, surge com a H.I.V.E. ou Colméia, grupo do qual o Deadshot faz menção na primeira temporada e tal. Apostem nele como vilão principal na quarta.

Essa finale de Arrow, foi daquelas pra você ver emocionando-se, no estilo, "olha isso, meu!", "que incrível", "mata, maaaata, maaaaaaaaaata!", "fodeu". É amigos, foi tensa, cheia de bordões e clichês de super heróis e também com a incrível dúvida do que virá a seguir. O que vai ser do Oliver e do Arqueiro? Porque, ao que tudo indica, a 4ª temporada vai vir com uma cara de My name is Oliver Queen, and who I am?

Dando um pouco de spoilers... [pare de ler se não viu o último episódio ainda]

O que foi aquela explosão com o Ray Palmer, e o que ele disse mesmo, 1º teste na redução do traje!?

Speedy? Telefônica! Tchan! Thea: Zero criatividade.

Canário "Laurel" Negra, mais ou menos, a Sarah era mais top.

Felicity no traje? Será que ela vai ganhar um só dela? ou o Diggle?

O que foi aquela coisa de "te quero nua agora no jatinho, igual aquela noite em Nanda Parbat", e a cara de tarada "mordendo o beicinho" da Felicity pro Oliver na frente do Ray? Geeeeente, que coisa de novela mexicana!

OLICITY???????? Why? Mas o romance ficou legal, tipo Friends.
Leia mais críticas emocionantes como essa aqui no blog.
Victor Candiani

Uma pessoa que gasta muito tempo com livros, filmes e séries.

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