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Crítica | O Exterminador do Futuro: Gênesis

8 de jul de 2015
Manolos, o que é esse filme? Não diria que é uma obra prima do cinema, mas é muito bom dentro do seu estilo e o melhor de tudo... Temos a Mãe de Dragões, a Não Queimada e Nascida na Tormenta, Emilia Clarke no filme! É muita emoção pra um longa só. Velho, mas não obsoleto! E assim começamos a nossa crítica de o Exterminador do Futuro: Gênesis.

Bom, pra começar o longa leva em consideração o roteiro dos dois primeiros filmes da franquia e se inicia em um futuro dominado pelas máquinas, com John Connor, já velho, liderando a resistência! E como uma das marcas assinadas da franquia, a viagem no tempo torna-se a vertente do filme. Connor lidera um último ataque ao Skynet, para poder usar a arma secreta deles, o dispositivo de viagem temporal, o mesmo usado para mandar o T-800, a.k.a. Arnold Schwarzenegger na flor da idade, para 1984, para mandar seu braço direito, Kyle Reese para a mesma data para salvar sua mãe. A função do ciborgue é matar Sarah Connor antes que o John possa nascer. Porém, neste presente, já existe um Ciborgue, T-800 que resgatou a Sara Connor em 1972, vish, e aí a confusão temporal começa. Nesse tipo de filme, é preciso anotar essas coisas que acontecem, pra ter certeza de qual realidade alternativa você está...

Nesse quesito de viagem temporal o filme detona, mesmo não explicando muito bem como as coisas acontecem, mas possuir diversas realidades alternativas, lembrou muito a franquia De volta para o futuro, o que também torna o filme uma peça única, que provavelmente vão inventar milhares de coisas pra se ter uma sequência, não que seja necessária - Obs.: não percam a cena pós créditos, como eu, que tive que ver no Youtube... :(

O filme apela um bocado no merchandising, o que já era comum nas outras franquias, nessa temos a volta da Pepsi e de uma cena quase completa da Nike. Ainda apelando, o filme aproveita pra dar uma cutucada no nosso presente, já que a Skynet resolve atacar a maior vulnerabilidade atual, a necessidade extrema de conexão com a internet. Nosso lema é estar sempre conectados e uma IA não seria uma IA se não se aproveitasse disso.

Nada se destaca mais nesse filme do que o nosso querido Hasta la vista, Baby! Schwarzenegger, está com tudo e mais hilário do que nunca em sua pele de ciborgue, acredito que ele foi a escolha certa pro papel certo, como se fosse o vocalista de uma banda, seu retorno ao papel deve ter deixado tanto os fãs como o próprio ator em êxtase. Outro destaque, não menos importante fica para Emilia Clarke, sex simbol atual, e conhecida por seu papel em Game of Thrones, diferente da série, onde suas cenas costumam ser bem paradas, no longa a atriz da um show de fôlego.

Observações finais. O longa ia de bom a melhor, mas deu uma declinada nos últimos minutos, forçando um clichê que não era necessário, e ainda colocando em risco toda uma série de leis da física sobre viagem temporal, quem assiste 12 Monkeys, série da SyFy, ficou apreensivo sabendo o que pode ocorrer quando dois corpos de tempos diferente ficam muito próximos um do outro, porém, isso não foi suficiente para remover o brilho do longa. Desejo, de uma forma egoísta, uma continuação, mas fico feliz e satisfeito com o que vi até agora.

Sintam-se livres para comentar e até a próxima.

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Victor Candiani

Uma pessoa que gasta muito tempo com livros, filmes e séries.

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